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22 fevereiro, 2012

Intolerância à Lactose

Intolerância à Lactose ou Hipolactasia Primária



A lactose é o açúcar presente no leite, que quando consumido é transformado em energia (glicose) no nosso organismo pela ação da enzima lactase-florizina hidrosale (LPH). A falta ou deficiência dessa enzima faz com que a lactose chegue até o intestino sem ser absorvida, consequentemente sua fermentação por bactérias pode causar flatulência, diarréia, desconforto intestinal e sintomas típicos de indigestão. Por este motivo, muitas vezes a intolerância quando não identificada, pode ser confundida como um simples mal estar digestivo ou até mesmo com alergia ao leite.

→ Tipos de Intolerância

Deficiência Primária de Lactase ou Hipolactasia Primária: Deficiência mais comum na população, à medida que a idade avança, ocorre diminuição na produção da enzima Lactase, ou seja, essa diminuição é ditada geneticamente pela diminuição da expressão do gene LCT que codifica a enzima lactase. Quadro clínico se inicia por volta dos 2 ou 3 anos e perdura por toda a vida.

Deficiência Secundária de Lactase: A deficiência é adquirida no decorrer da vida e é uma condição temporária. Entre as causas prováveis estão doenças digestivas (intoxicação alimentar ou infecção intestinal, por exemplo), que promovem inchaço das vilosidades do intestino, o que impede que a lactase exerça sua função de hidrolisar a lactose e promover energia para o organismo. Pessoas que passaram por cirurgias de remoção de parte do intestino podem estar sujeitos a essa condição temporária.

Deficiência Congênita de Lactase: Sendo mais rara, a atividade de lactase é muito baixa ou ausente no epitélio intestinal desde o nascimento, geralmente transmitida de geração em geração.

→ Importância do diagnóstico

Uma das maiores preocupações para pessoas com a intolerância à lactose é adotar uma dieta que suplemente os nutrientes encontrados no leite, principalmente o cálcio. Cerca de 70% do cálcio da alimentação humana vêm do leite e seus derivados. É importante a orientação de um nutricionista para auxiliar na readequação dos hábitos alimentares.

→ Exame Genético para Intolerância à Lactose

Atualmente, pesquisas indicam a realização do teste genético para rastreamento prévio na investigação de intolerância à lactose não congênita, antes que se realizem as provas funcionais, geralmente mais invasivas. O exame genético analisa um polimorfismo comum à população brasileira, o polimorfismo C13910T no gene LCT.

Polimorfismo são pequenas alterações na sequência do DNA de cada indivíduo e que, entre outros fatores, caracterizam uma população. A troca do nucleotídeo C por T na posição 13910 do gene da lactase na população brasileira está presente em 43% dos brancos/pardos descentes de europeus/africanos, 20% dos negros descendentes de africanos e ausente os descendentes asiáticos.

→ Exame Genético x Exames Tradicionais

Tolerância oral à lactose e teste do hidrogênio expirado: o paciente é submetido à ingestão de uma sobrecarga de lactose para avaliação da curva glicêmica e a excreção do hidrogênio na respiração. Nestes testes o paciente intolerante pode apresentar sintomas bastante intensos.

Biópsia intestinal: Exame altamente invasivo, pouco sensível de valor clínico limitado.

Exame genético: Altamente sensível, específico e rápido, além de não invasivo, pois são necessárias apenas algumas células bucais coletadas com um swab (kit de coleta), não sendo necessário nenhuma dieta especial ou preparação prévia.

→ Metodologia

PCR-RFLP


Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) seguida da Análise dos Polimorfos dos Fragmentos de Restrição do DNA Genômico (RFLP)


Fonte: Grupo São Camilo



16 fevereiro, 2012

Predisposição Genética à Obesidade

Pequenas alterações no genoma, denominados polimorfismo são comuns na população e podem acarretar propensão a determinadas características ou doenças. O risco de obesidade, especialmente pode varia de pessoa para pessoa, as que possuírem a predisposição genética tem uma tendência maior a manter a massa corporal adquirida. A identificação dessa alteração genética servirá de base para o médico indicar sessões de atividades físicas controladas, mudança no hábito da alimentação ou estilo de vida, atuando de forma preventiva.




O Polimorfismo C825T no gene GNβ3

O Polimorfismo C825T consiste na troca das bases C (citosina) por T (timina) na posição 825 do exon 10 do gene GNβ3 que codifica a subunidade β3 da proteína G. Essa alteração resulta numa variante (Gβ3-s) onde há deleção de 41 aminoácidos do exon 9. Pessoas que apresentam essa alteração nos dois alelos são homozigotas (825TT) e em apenas um alelo, heterozigotas (825CT) e ambos os genótipos carregam a predisposição, sendo mais acentuado em homozigotos (825TT).


Estudos independentes mostram que o genótipo 825TT do gente
GNβ3 contribui para o alto risco de hipertensão e obesidade em brancos e negros e ao genótipo Thrifty (Genótipo de Poupança - mecanismo que permitem o armazenamento de energia na forma de gordura). Este polimorfismo tem sido correlacionada ao aumento da massa corporal e retenção de peso na população em geral e, principalmente, em mulheres após o primeiro parto.

A genotipagem do gene
GNβ3 é uma ferramenta útil na medicina preventiva, possibilitando a identificação precoce de indivíduos com risco de obesidade e hipertensão e, consequentemente, das inúmeras patologias associadas, como doenças cardiovasculares, lipidemias e diabetes tipo 2, bem como na adequação individualizada dos respectivos tratamentos.

Metodologia: PCR-RFLP
Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) seguida da Análise dos Polimorfismos dos Fragmentos de Restrição do DNA Genômico (RFLP).

Indicação:
Pessoas com histórico de obesidade na família, obesos com ou sem tratamento; mulheres primíparas no início da gravidez e crianças.


Fonte: Grupo São Camilo



22 junho, 2011

TS e TC




→ TEMPO DE SANGRAMENTO (Método de Duke)


• PRINCÍPIO

O Tempo de Sangramento (T.S.) avalia a capacidade de se processar a hemostasia após o vaso ter sido lesado. O T.S. depende da função plaquetária e da integridade funcional do vaso. É feita uma incisão, de tamanho padronizado, medindo-se a seguir o tempo decorrido até que cessar o sangramento, intervindo apenas os fatores plaquetário e vascular.



• TÉCNICA

a) realizar assepsia do lóbulo da orelha (pode-se usar também a polpa digital) com algodão embebido em álcool e deixar evaporar;
b) com auxílio de uma lanceta específica e de um só golpe, fazer uma incisão local, com cerca de 2 mm de profundidade; disparar o cronômetro;
c) a cada 30 segundos recolher a gota de sangue em papel de filtro (tendo o cuidado de que o mesmo não toque o lóbulo ou a polpa), até que a última gota deixe apenas um sinal puntiforme no papel;
d) anotar o tempo decorrido entre a primeira e a última gota recolhidas.

Valor Normal: de 1 a 3 minutos.

• INTERPRETAÇÃO

O Tempo de Sangramento é um teste indicativo de distúrbios plaquetários ( em relação ao número à funcionalidade das mesmas) e de alterações da integridade vascular. As alterações mais evidentes do Tempo de Sangramento são encontradas nas púrpuras trombocitopênicas e trombopáticas.


→ TEMPO DE COAGULAÇÃO DO SANGUE TOTAL (Método de Lee-White)

• PRINCÍPIO

O Tempo de Coagulação (T.C.) mede o tempo necessário para que o sangue coagule “in vitro”.



• TÉCNICA

a) proceder à punção venosa, procurando lesar os tecidos, o mínimo possível ;
b) disparar o cronômetro, assim que o sangue entrar na seringa;
c) separar 3 tubos de ensaio (10 x 120 mm), colocar 1 ml de sangue em cada um e levá-los imediatamente em banho à 37ºC;
d) 3 minutos após a coleta, iniciar a observação do tubo 1, inclinando-o suavemente; repetir essa observação a cada 30 segundos até que o sangue coagule. Marcar o tempo transcorrido desde a coleta até a formação do coágulo;
e) proceder do mesmo modo com os tubos 2 e 3;
f) o Tempo de Coagulação será o obtido pela média dos tempos encontrados nos 3 tubos,

Valor Normal: de 4 a 9 minutos.


• INTERPRETAÇÃO

O Tempo de Coagulação é uma prova pouco sensível para detectarem-se alterações no sistema global da coagulação. Um prolongamento do Tempo de Coagulação pode ser causado por Hipofibrinogenemia, por deficiência de alguns dos fatores do sistema intrínseco e pela presença de anticoagulantes circulantes. O T.C. é largamente empregado como método de controle de terapia com anticoagulantes, especialmente no caso da heparina.




02 dezembro, 2010

Método para variações da Glicemia

O método usado para verificar a média de variações da glicemia, a fim de analisar a eficácia das medidas terapêutas colocadas em prática pelos portadores de diabetes, agora também pode ser útil para o diagnóstico da doenças. É o que defende a Associação Americana de diabetes (ADA), a Associação Europeia para o Estudo de Diabetes (EASD) e a federação internacional de Diabetes (IDF). A proposta foi apresentada no último Congresso Científico do ADA, realizado em junho nos Estados Unidos, e publicada na edição de julho da revista Diabetes Care.

Embora o exame de hemoglobina glicada, também é chamada de HbA1c, já venha sendo adotado por especialistas em diabetes para detectar a doença. São necessárias mais observações para confirmar o uso da HbA1c como diagnóstico.

A hemoglobina glicada sempre foi utilizada exclusivamente como objetivo de controlar diabetes. Porém, estudos recentes demonstraram que indivíduos com glicemias aparentemente normais podem apresentar alterações nos resultados do exame, significando um risco maior de desenvolverem o diabetes.

A partir da constatação, especialistas acreditaram que o teste é mais uma ferramente para diagnosticar a doença, especialmente nos casos de pré-diabetes, ou ainda, de diabetes recentes. Pois no início da doença, muitos pacientes apresentam glicemias normais e, em apenas alguns momentos do dia, como depois das refeições, são notados os picos.

Sendo assim, o exame HbA1c é um índice melhor para avaliar as variações da glicemia no sangue, e dessa forma, checar o risco de desenvolvimento de complicações crônicas do diabetes. Porém, este método ainda não foi validado para ser usado isoladamente.

Outro inconveniente da novidade é o preço. Embora boa parte dos planos de sáude ofereçam cobertura para o exame, o custo seria mais elevado para o governo - fato que poderia acarretar na indisponibilidade do teste à população brasileira.

Seja qual for o objetivo a ser atingido, o teste é feito da mesma maneira. Ou seja, tanto pacientes que investigam a presença do diabetes quanto aqueles que já são portadores da doença e querem checar as variações da glicemia passam pelo mesmo procedimento; uma coleta de sangue feita em laboratório de análises clínicas, sem a necessidade de jejum.

Os resultados do exame apontam a quantidade média de glicose na circulação sanguínea nas útimas 12 semanas. Quem não tem diabetes apresenta resultados de 4% a 6%, enquanto o pré-diabetes é apontado em indivíduos que apresentam valroes entre 6% e 6,5%. Quando os valores se igualm ou são maiores do que 6,5% o diabetes é diagnosticado.

→ Características do Exame


Material: Sangue total com EDTA
Sinônimo: Hemoglobina glicada, Glicohemoglobina, Hb A1
Volume: 5.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Coleta: Jejum não necessário. Coletar sangue total com EDTA

→ Interpretação

Uso: monitoramento de controle glicêmico diabético. A glicose liga-se de forma irreversível e não enzimática a uma série de proteínas e à hemoglobina (por rearranjo de Amadori), que se torna glicosilada. A dosagem da fração HbA1c permite a avaliação de longo prazo do controle glicêmico. O prazo avaliado é de cerca de 90 dias; níveis inferiores a 6,5% são associados a um bom controle glicêmico. A determinação de HbA1c por cromatografia líquida de alta pressão diminuiu em muito a possibilidade de interferências nos resultados.


Referência .:
* Hb SA1c : 4,5 a 6,5 %
* Hb SA1c : Hemoglobina glicosilada (forma estável)
* Hb A1a : Cadeias beta glicosilada de Hb1a
* Hb A1b : Molécula glicosilada desconhecida
* Hb F : Hemoglobina Fetal
* Hb LA1c : Hemoglobina glicosilada (forma lábil)
* Hb AO : Fração de Hemoglobina não glicosilada



Fonte:
Revista - Sabor e Vida | Por Caroline Martin
Laboratório Alvaro


28 outubro, 2009

Tiroxina


A Tiroxina é muito importante na regulação do metabolismo, principalmente dos carboidratos, proteínas e lipídios. Além disso a tiroxina potencializa a ação de outros hormônios, como por exemplo as catecolaminas e o hormônio do crescimento.

A Tiroxina, caindo na circulação, acaba por estimular retroativamente a própria Hipófise, para que esta interrompa a secreção de TSH. Este mecanismo de retroalimentação é chamado de feed-back e permite um controle do nível do hormônio tireodiano.

As alterações do Hipotálamo durante o estresse, conseqüentemente as alterações da Hipófise, podem resultar em desordem na produção da Tiroxina, o hormônio da tireóide. Tanto pode ocorrer um excesso como uma deficiência de Tiroxina, provocando respectivamente o hiper e o hipotireoidismo. Na Fase de Alarme do estresse é comum o hipertiroidismo e no Esgotamento o hipotiroidismo, embora essas alterações possam acontecer inversamente.

O mais curioso em relação à tireóide, é a reciprocidade entre essa glândula e as emoções; o estresse leva a alterações da tireóide, estas levam à alterações emocionais e, fechando o círculo vicioso, as emoções podem alterar mais ainda o funcionamento da tireóide.


Exames laboratoriais:


→ T4 - TIROXINA

Interpretação .:
Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. A tiroxina (T4) é produzida exclusivamente pela tireóide, circulando ligada a proteínas carreadoras (TBG - Thyroid binding globulin 75%, TGPA 15% e albumina 10%). A medida de T4 total é um procedimento comum para avaliar o estado da tiróide de um paciente. Na atualidade, a dosagem de T4 total está sendo praticamente substituída pela dosagem dos níveis de T4 livre. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo. Diversas outras condições fisiológicas e patológicas não associadas diretamente à função tireoidiana podem interferir diretamente na dosagem de T4: insuficiência renal, cirrose, hepatites, câncer, infecção, inflamação severa, doenças psiquiátricas. Interferentes: amiodarona +, anfetaminas +, heroína +, levodopa +, metadona +, propanolol +, tireotrofina +, TRH +, aminosalicílico -, androgênicos -, anticonvulsivantes -, corticosteróides -, aspirina -, etionamida -, furosemida -, lítio -, penicilina -, fenilbutazona -, propiltiuracil -, reserpina -, butazona -, rifampicina -, sulfonamidas -, triiodotironina -.


Referência .:

* cordão umbilical : 6,0 a 15,0 ug/dL

* 1 a 6 dias : 14,0 a 28,4 ug/dL

* 7 dias a 3 meses : 8,1 a 15,7 ug/dL
* 4 meses a 5 anos : 5,6 a 14,9 ug/dL

* 6 anos a 15 anos : 4,6 a 12,7 ug/dL
* Adultos : 4,8 a 13,7 ug/dL

→ T4 - TIROXINA LIVRE


Interpretação .:

Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os níveis de T4 e T3 totais estão ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo.


Referência .:
* 0,70 a 1,80 ng/dL


→ T4 - TIROXINA NEONATAL

Interpretação .:
Uso: diagnóstico precoce do hipotireoidismo congênito. Doença causada pela produção deficiente dos hormônios da tireóide. Neste caso podem ocorrer deficiências físicas e mentais em graus variados.


Referência .:

* Superior a 6,0 ug/dL
* Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL
*
* * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico.

→ T4 - TIROXINA LIVRE - Curva

Interpretação .:
Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os níveis de T4 e T3 totais estão ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo.


Referência:
0,70 a 1,80 ng/dL

obs; Não necessita estar em jejum para realização do exame.



31 agosto, 2009

PSA

O PSA consiste na abreviação de antígeno prostático específico do inglês “Prostatic Specific Antigen”. Trata-se de uma glicoproteína produzida pelas células da glândula prostática.

Utilidade do PSA
quando seu valor alterado, consiste na diferenciação entre patologias benignas e malignas da próstata e monitoramento de recorrência da doença.

PSA é indicado
Normalmente para homens acima dos 45 anos, porém, à critériodo médico, a realização poderá ser indicada mais precocemente.

Relação entre PSA Livre e PSA Total
Condições benignas tendem a aumentar mais a forma livre (forma não ligada às proteínas) do PSA enquanto que as neoplasias (câncer) tendem a aumentar mais a forma ligada às proteínas.Então quanto maior a relação PSA Livre/PSA Total maior a chance de benignidade. Diferenciação entre HBP (hiperplasia benigna da próstata) e câncer de próstata. O uso da dosagem de PSA livre/PSA total pode reduzir o número de biópsias desnecessárias em pacientes com níveis de PSA total entre 4,0 e 10,0 ng/mL.

O PSA aumentado, significa câncer de próstata?
Não necessariamente. O PSA pode estar elevado em várias outras situações clínicas tais como: hiperplasia prostática, infarto prostático, prostatites (inflamações e infecções da próstata), entre outros. Desta forma o aumento do PSA deve ser analisado com muito critério, levando se em consideração o histórico e o exame físico do paciente.

Situações que podem influenciar na determinação do PSA:
Jejum não necessário. Coletar soro. Orientação - Fatores pré analíticos que interferem no resultado. Cistoscopia, toque retal, ejaculação , biópsia de próstata,massagem prostática,prostatites, ultrassonografia transretal, retenção urinária.Uso de medicamentos: finasteride ,andrógenos,dutasteride ,supositórios e saw palmetto.

Periodo de espera para realizar o exame sem alteração:

Exercícios pesados; Andar de bicicleta - aguardar 2 dias
Ejaculação - aguardar 2 dias
Toque retal - aguardar 4 dias
Sondagem uretral - aguardar 4 dias
Após uso de supositório - agurdar 4 dias
Colonoscopia - aguardar 15 dias
Biópsia de próstata - aguardar 4 semanas
Massagem na próstata - aguardar 4 semanas








Fonte: Laboratório Alvaro ; Centro HO