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14 maio, 2010

Vacina H1N1


Algumas pessoas que ainda não vacinaram se preocupam com o mito de agravar outras doenças, ou pessoas que se vacinaram comentam que após a vacina tiveram um mal estar, febre, dores na região que se vacinou. Realmente pode ocorrer esses sintomas, mas isso acontece por causa da imunidade baixa, ou seja, depende de cada pessoa, por isso é recomendado se alimentar bem e se manter saudável durante algum tempo antes e depois da vacina.

"Apesar das nossas diferenças, somos parecidos biologicamentes falando. Cada indivíduo tem suas características pessoais, onde uma reação pode ser diferente da outra pessoa. Além disso, o processo de produção da vacina muda de região para região, o que explica as reações mais intensas em algumas pessoas", explica o infectologista da Unifesp, Celso Granato.

"O padrão utilizado pela OMS é de apenas 15 microgramas de proteína do vírus, porém, algumas empresas usam um produto químico a base de hidróxido de alumínio, também conhecido como ajduvante, para potencializar o efeito da vacina" completa o infectologista.

A vacina H1N1 também contém mercúrio; a segunda substância mais perigosa do planeta depois do urânio. O veneno de uma cascavel é menos perigoso que o mercúrio. A substância em outras vacinas está ligada à epidemia de autismo entre crianças.

De acordo com os especialistas, há um derivado do mercúrio na vacina, o timerosal, usado para conservar o medicamento. Como a quantidade é pequena, não há registros de danos ao corpo. O Ministério da Saúde recomenda que pessoas alérgicas à substância consultem um médico. Pesquisas recentes não confirmam associação entre a substância e o autismo.

Os sintomas relatados acima pode sumir de acordo com o corpo da pessoa que foi vacinado, variado de horas e dias. A picada, assim como os sintomas, pode doer mais em uma pessoa no que na outra, por causa da sensibilidade. Pouco tempo depois de ter tomado a vacina, sentiu dores no corpo e uma sensação de mal estar parecida com a que costuma aparecer quando você está com a gripe comum.

Apesar das reações não serem tão sérias, devemos ficar de olho, pois pode ser outro quadro clínico. Os sintomas da vicina aparecem no máximo dois dias depois e somem em pouco tempo sem precisar do auxilio de medicamentos, mas como foi dito acima, depende de cada pessoa. Caso o tempo se prolongue ou os sintomas se agravem, é recomendado procurar um médico, mas a probabilidade de desenvolver outra doença logo após tomar a vacina é bem pequena.

Uma polêmica também em questão de vacinar ou não gestantes. Em algumas bulas da vacina H1N1 tem-se, 'Não indicado para Gestantes', como na fabricante GSK e Novartis, já na Sanofi Pasteur /Butantan não existe essa contra indicação. Durante toda a pesquisa sobre H1N1 conseguiram comprovar se é prejudicial ou não às gestantes?

As pessoas acham que a vacina faz milagres, mas não é bem assim. Ela evita uma epidemia, mas não garante 100%, seria em torno de 80%, por isso, a prevenção é essencial.


07 maio, 2010

Diretrizes para a abordagem laboratorial da Influenza (Gripe)

(inclui a SARS ou Pneumonia Asiática ou Gripe Aviária e a Gripe Suína)

Nota do LABConsult: O Laboratório deve buscar a orientação formal e atualizada emanada do Ministério da Saúde e da respectiva Secretaria de Saúde Estadual para o estabelecimento das diretrizes definitivas e revisão desse documento de acordo com a política, os protocolos e laboratórios de referência locais.

1. Sinonímia

SRAG – Síndrome Respiratória Aguda Grave (termo em português para SARS)
SARS – Severe Acute Respiratory Syndrome
Gripe Aviária – Nome usual da Influenza causada por vírus de origem aviária.
Gripe Suína - Nome usual da Influenza causada por vírus de origem suína.
ANF – Aspirado de nasofaringe

2. Introdução

A influenza ou gripe é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de distribuição global e elevada transmissibilidade. Os vírus influenza são subdivididos nos tipos A, B e C, de acordo com perfis antigênicos característicos. Por serem altamente transmissíveis e mutáveis, os vírus da influenza, principalmente os vírus influenza A, costumam causar surtos, epidemias e mesmo pandemias, podendo proporcionar elevada morbidade e mortalidade.

A gripe é causada pelo vírus influenza, que são vírus RNA de hélice única da família Ortomixiviridae e estão subdivididos em três tipos antigenicamente distintos: A, B e C. Os vírus influenza A são classificados de acordo com duas proteínas de superfície (Hemaglutinina e Neuraminidase); podem sofrer alterações em sua estrutura, propiciando o surgimento de novas cepas, contribuindo para a ocorrência de epidemias e pandemias de gripe.

3. Normas de Biossegurança

3.1. Orientações gerais de biossegurança na manipulação de pacientes e de espécimes clínicos procedentes de casos suspeitos

Muitas vezes, um surto ou epidemia se estabelecem enquanto ainda não estão bem definidos o agente etiológico e os aspectos epidemiológicos acerca da transmissão. Recomendam-se alguns procedimentos de barreira de proteção, tais como isolamento do paciente e utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), no sentido de minimizar a transmissão para outras pessoas. O caso suspeito deverá usar máscara cirúrgica até que seja excluída a possibilidade de se tratar de SRAG.

A lavagem das mãos é a medida mais importante na prevenção da disseminação de
infecções, inclusive as de transmissão respiratória, juntamente com as demais medidas que serão descritas abaixo.

3.2. Cuidados para pacientes suspeitos de SRAG ou Gripe

1. A manipulação de pacientes com suspeita clínica de SRAG deve obedecer às
normas gerais de biossegurança, não só para os profissionais de saúde envolvidos no atendimento ao paciente, como para os técnicos de laboratório que irão manipular as amostras biológicas colhidas, sendo indispensável o uso de:
Avental descartável, com mangas compridas, punho em malha ou elástico, gramatura 50 g/m²;
Luvas de látex, descartáveis, não estéreis (luvas de procedimento);
Máscara de proteção facial, tipo respirador, para partículas, sem manutenção, com eficácia na filtração de 95% de partículas de até 0,3 (máscaras N95). Poderá ser adquirida com válvula especial para facilitar a respiração. Óculos de proteção, flexível, em PVC incolor, leve, com adaptação ao nariz; lentes em policarbonato.

2. Ao ser identificado um paciente com suspeita de SRAG, este deve ser avaliado em uma sala separada até que sejam tomadas as medidas para internação. Deve ser colocada máscara cirúrgica no paciente até que o mesmo seja encaminhado para o hospital de referência para internação.

OBS. Para todos os contactantes com pacientes suspeitos de SRAG deve ser feita higiene cuidadosa das mãos com água e sabão abundantes. Pode ser usada solução alcoólica como alternativa para lavagem das mãos.


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30 julho, 2009

Perguntas frequentes sobre Gripe A

1. Quanto tempo o vírus dura em uma maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas

2. O álcool em gel é mesmo útil?
Sim. Ele mata o vírus, tornando-o inativo.

3. Qual a forma de contágio mais eficiente do vírus H1N1?
O vírus não tem asas; portanto, não pode ser transmitido pelo ar. O fator mais importante para a transmissão é o contato com a umidade da mucosa do nariz e da boca - e pelos olhos.

4. É fácil o contágio em aviões?
Não, é um meio pouco propício para a contaminação.

5. Como posso evitar o contágio?
Não passe as mãos nos olhos, no nariz ou na boca e, sempre que o fizer, lave imediatamente as mãos. Evite também beijar ou dar a mão a pessoas doentes.

6. Qual é o período de incubação do vírus até os primeiros sintomas?
De 5 a 7 dias. Após esse perído, os sintomas aparecem quase imediatamente.

7. Quando se deve começar a tomar o remédio específico?
Dentro das primeiras 72 horas os prognósticos são muito bons, e a melhora é de 100%.

8. O vírus é mortal?
Não. O que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.

9. Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

10. A água de tanques ou caixas d'água transmite o vírus?
Não, porque contém agentes químicos, em especial o cloro, que matam o vírus.

11. Quando se inicia o contágio: antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Se o vírus estiver incubado, antes de aparecerem os sintomas.

12. Onde se encontra o vírus no ambiente?
Quando um portador espirra ou tosse, o vírus pode ficar nas superfícies lisas, como maçanetas, dinheiro, papéis, mouse de computador. Se o ambiente não for esterilizado, recomenda-se a higiene constante das mãos.

13. O vírus ataca mais as pessoas asmáticas?
Sim.

14. É útil cobrir a boca com máscara?
Quem está doente deve utilizar para não transmitir aos demais. Para quem não está infectado é pior, pois o vírus atravessa a máscara e, na região da boca e do nariz, cria-se um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral.

15. Posso fazer exercícios ao ar livre?
Sim, não há risco de contágio em ambientes abertos.

16. Tomar Vitamina C ajuda?
Não ajuda na prevenção do H1N1, mas ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

17. Animais de estimação se contaminam com este vírus?
Não. Cachorros e gatos são imunes.

18. Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.

19. Qual é o risco das mulheres grávidas?
As mulheres correm mais riscos pela debilidade da gravidez. No caso de estarem infectadas, as pacientes devem se medicar sob estrito controle médico.

20. Os remédios causam algum mal ao feto da mulher que se contaminou?
Lesões ainda não são possíveis de identificar.

21. Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável.

22. Ajuda na prevenção tomar os antivirais antes de apresentar os sintomas?
Não. O antiviral não é vacina contra a gripe suína.

23. Pessoas com AIDS, diabetes e câncer podem ter maiores complicações?
Sim.

24. Uma gripe convencional forte pode se transformar em gripe suína?
Não.

25. O que mata o vírus?
Álcool em gel, sol, mais de 5 dias no meio ambiente, sabão e os antivirais.

26. O que fazem nos hospitais para evitar o contágio a outros doentes que não têm o vírus?
Os pacientes infectados com o H1N1 são isolados.

27. Se estou vacinado contra a influenza estacional estou imune ao vírus?
Não. Ainda não existe uma vacina para esta gripe.

28. O que significa passar de alerta 4 para alerta 5?
Significa que o vírus se propagou de pessoa para pessoa em mais de dois países. A fase 6 é a propagação em mais de três países.

29. Quem já pegou o vírus fica imune a pegá-lo novamente?
Sim.

30. Podemos comer carne de porco?
Sim. Não há nenhum risco de contágio.

29 julho, 2009

Vacina para Influenza A (H1N1)

Donald Henderson, epidemiologista americano, pesquisador do Centro de Biossegurança da Escola Médica da Universidade de Pittsburgh, trabalhou décadas junto com a Organização Mundial da Saúde usando vacinas para enfrentar epidemias e diz que, embora eliminar a gripe ou outras doenças muito comuns seja um objetivo quase impossível, ainda dá para fazer muito com a ajuda de imunizações.

Com os avanços recentes na pesquisa sobre os vírus influenza, por exemplo, ele prevê que em cerca de dois anos será possível obter uma vacina relativamente polivalente contra a gripe, impedindo que sejamos pegos de surpresa por um novo vírus a cada ano.






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21 maio, 2009

Gripe Suina


Conheça a GRIPE SUÍNA, previna-se contra ela e oriente as pessoas. Não há motivo para pânico, nem para comodismo.

Jaldo de Souza Santos
Presidente do Conselho Federal de Farmácia

I - CONTEXTO EPIDEMIOLÓGICO

Uma gripe de origem suína aparece como nova candidata a pandemia e causa apreensão pelo mundo. Tal apreensão ameaça degenerar em alarme, mas não há razões objetivas para tanto, nesta fase inicial de obtenção de informações sobre a doença, ainda pouco conhecida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública internacional, no sábado (25/04). Ontem (27/04), elevou o nível de alerta de 3 para 4, numa escala que vai até 6. Ainda assim, é cedo para traçar paralelos com a mais famosa das pandemias, a Gripe Espanhola (1916-1918), que vitimou cerca de 50 milhões de pessoas.

Epidemias de gripe surgem porque o vírus causador, o influenza, sofre mutações que o tornam mais transmissível e agressivo, ou facilitam a infecção entre espécies suscetíveis, como pássaros, porcos e humanos. Além disso, o crescimento exponencial das viagens de avião espalha doentes e portadores pelos continentes, multiplicando as oportunidades de contágio por todo o globo, em questão de dias.

A morbidade relacionada à gripe suína tende a ser alta, mas a letalidade é baixa (1% a 4%).


II – A DOENÇA

A gripe suína é uma doença respiratória aguda de porcos, altamente contagiosa, causada por um vírus influenza tipo A. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado, pela primeira vez, em um porco, em 1930.

Como todos os vírus de gripe, estes também mudam, constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripes aviária e humana. Quando mais de um tipo de vírus contamina um porco, ao mesmo tempo, pode ocorrer uma mistura da carga genética dos vírus, dando origem a um novo vírus contendo os genes misturados.

Atualmente, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A: H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1. A crise atual é causada por um novo subtipo do vírus H1N1.


III - CONTÁGIO

Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem, quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o que aconteceu em Wisconsin, EUA, em 1988. Nestas situações, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.

Consumir carne de porco não causa a doença. Ao cozinhar a carne a 70º C os vírus são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.


IV – SINTOMAS DA DOENÇA

Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarréia.


V – DIAGNÓSTICO

Segundo a OMS, os critérios de definição de caso suspeito é a febre repentina, superior a 38ºC, acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse, dificuldade respiratória, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações; e ter como procedência o México ou as áreas afetadas nos Estados Unidos e no Canadá, nos últimos 10 dias.

Para identificar uma infecção por um vírus influenza do tipo A, é preciso analisar amostras respiratórias do paciente durante os primeiros quatro ou cinco dias da doença - quando uma pessoa infectada tem maior chance de propagar o vírus. Entretanto, algumas pessoas, especialmente crianças, podem manter o vírus presente por dez dias ou mais. A identificação do vírus é, então, feita em teste de laboratório.


VI – TRATAMENTO

Na maioria dos casos notificados de gripe suína, houve recuperação completa da saúde, sem necessidade de cuidado médico e sem o uso de medicamentos antivirais.

Alguns vírus influenza desenvolvem resistência aos antivirais, limitando a efetividade do tratamento. Os vírus da gripe suína detectados, recentemente, em pacientes infectados nos Estados Unidos, são sensíveis a oseltamivir e a zanamivir, mas resistentes a amantadina e remantadina.

Atualmente, as informações disponíveis são insuficientes para sustentar recomendações sobre o uso de antivirais no tratamento de infecção por gripe suína. Os médicos devem tomar decisões com base em avaliação clínica e epidemiológica, considerando os benefícios e riscos do tratamento para o paciente. Para combater a epidemia recentemente deflagrada, as autoridades sanitárias dos Estados Unidos e do México estão recomendando o uso de oseltamivir ou zanamivir para o tratamento da doença, com base no perfil de sensibilidade do vírus.

O tratamento com antiviral é mais eficaz, no começo da gripe suína, e pode ser ineficaz, se iniciado 48 horas após seu começo. Em indivíduos que tiveram contato com pessoas doentes, o antiviral apresenta boa eficácia como profilático.


VII – VACINAS

A vacina utilizada na Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe, que está sendo realizada, nesse momento, no Brasil, direcionada à população com mais de 60 anos, destina-se somente à proteção contra a influenza sazonal e não protege contra a influenza suína. A Campanha segue normalmente até o próximo dia 8 de maio.

No momento, somente há vacinas contra gripe suína para porcos, que são mais comumente afetados por esse tipo de vírus. Mas autoridades internacionais já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina.


VII – O QUE FAZER PARA EVITAR O CONTÁGIO DA GRIPE SUÍNA

-Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.
-Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente, depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.
-Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.
-Evite contato próximo com pessoas doentes.
-Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outras pessoas.


VIII – INFORMAÇÕES E MEDIDAS DE COMBATE A GRIPE SUÍNA NO BRASIL

-Até o momento, NÃO HÁ EVIDÊNCIAS de circulação do novo subtipo do vírus da influenza suína A (H1N1), no Brasil.

-O Ministério da Saúde acompanha o estado de saúde de viajantes procedentes de áreas afetadas que apresentaram alguns sintomas clínicos da doença. Até o momento, NENHUMA DESSAS PESSOAS preenche a definição de caso suspeito conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Os pacientes continuam sendo acompanhados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

-Em nota, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo descartou o diagnóstico de influenza suína para um segundo paciente que estava internado no Hospital Emílio Ribas, na capital. O diagnóstico era sinusite.

-O Ministério da Saúde considera que todas as recomendações da OMS estão de acordo com as medidas já adotadas, no País, em especial aquelas referentes a não restrição às viagens internacionais e a orientação para procura de atendimento médico, no caso dos viajantes procedentes das áreas afetadas que apresentem sintomas compatíveis com a influenza suína.

-O Ministério da Saúde está distribuindo panfletos com informações sobre influenza suína e a Infraero está veiculando avisos sonoros nos aeroportos internacionais e, posteriormente, estenderá o procedimento para todos os aeroportos brasileiros.

-Se entre os viajantes que utilizam os aeroportos houver pessoas com os sintomas, elas serão encaminhadas, pelos funcionários da ANVISA, à(s) unidade(s) de saúde de referência no respectivo Estado de desembarque. São 49 unidades, em todo o País, ao menos uma por unidade da federação.

-Nesta segunda-feira, os atendentes do Disque Saúde (0800 61 1997) foram capacitados para tirar dúvidas da população sobre a influenza suína.

-Desde a última sexta-feira (24/4), a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA) dos passageiros de voos internacionais que desembarcam, no Brasil, está sendo recolhida pela ANVISA. O documento, de preenchimento obrigatório, é fonte de informações para eventual busca de contatos se for detectado caso suspeito na mesma aeronave.

-A OMS também não recomenda, até o momento, restrições de comércio ou viagens para as áreas afetadas.